sexta-feira, 20 de julho de 2012

Dia da Amizade

Hoje, ao ligar a TV e acessar as redes sociais, vi que um dos assuntos em pauta era a “amizade”, mais precisamente a comemoração pelo “dia do amigo”. E de imediato, lembrei que me causava curiosidade o fato de, vez por outra, ouvir ou ver pessoas se congratulando pelo dia da amizade. Então, busquei na internet e descobri que hoje – 20 de julho – se comemora o Dia Internacional da Amizade, sendo que existem outras datas em que se celebra o dia do amigo, como por exemplo o dia 18 de abril, comemorado popularmente aqui no Brasil.

Buscando, descobri que a origem do Dia Internacional da Amizade é controversa. Isto é, ninguém sabe ao certo como foi que surgiu a ideia de se criar um dia especialmente dedicado aos amigos. Entretanto, acredita-se que tenha partido de um argentino, chamado Enrique Febbaro, que, entusiasmado com a corrida espacial que estava a todo vapor na década de 60, decidiu prestar uma homenagem a toda a humanidade por seus esforços em estabelecer vínculos para além do planeta Terra. Durante um ano, Febbaro teria divulgado o seguinte lema: "Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro". Algum tempo depois, com a chegada do homem à Lua em 20 de julho de 1969, ele escolheu esta data para fazer uma festa dedicada à amizade.  A história diz ainda que a comemoração tornou-se oficial em Buenos Aires, capital da Argentina em 1979 e, devagarzinho, acabou sendo adotada em outras partes do mundo.

Independentemente da existência de uma data para celebrarmos a AMIZADE, gostaria de partilhar com vocês a passagem bíblica que encontramos em Eclesiástico 6, 5-17, onde o Senhor nos instrui acerca da AMIZADE:

“Palavras afáveis aumentam os amigos e fala amável encontra acolhida. Tenha muitos conhecidos, mas um só confidente entre mil. Se você quiser um amigo, coloque-o à prova, e não vá logo confiando nele. Porque existe amigo de ocasião, que não será fiel quando você estiver na pior. Existe amigo que se transforma em inimigo, e envergonhará você, revelando suas coisas particulares. Existe amigo que é companheiro de mesa, mas que não será fiel quando você estiver na pior. Quando tudo correr bem, ele estará com você, mas quando as coisas forem mal, ele fugirá para longe. Se você for apanhado na desgraça, lhe dará as costas e se esconderá de você. Mantenha-se longe de seus inimigos e seja cauteloso com os amigos. Amigo fiel é proteção poderosa, e quem encontra, terá encontrado um tesouro. Amigo fiel não tem preço, e o seu valor é incalculável. Amigo fiel é remédio que cura, e os que temem o Senhor o encontrará. Quem teme ao Senhor tem amigos verdadeiros, pois tal e qual é, assim será o seu amigo.”

Obrigada, Senhor, pelos amigos que tens colocado em meu caminho, que me ajudam a crescer na fé, no amor, na caridade... Ah, e FELIZ DIA, MEUS AMIGOS!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Leitura bíblica: Mateus 11,28-30



Quando estamos muito cansados, com muita sede e alguém nos oferece um copo de água fresca, tudo muda. O calor suaviza, o coração volta ao ritmo normal, o cansaço desaparece e as forças são retomadas. Quando Jesus faz o convite para irmos até Ele quando estivermos cansados, lembra mais ou menos essa pessoa sedenta que encontra um belo copo de água.

A rotina pode nos cansar, as atividades trazem-nos certa mecanicidade nos relacionamentos e os compromissos constantes nos afastam do que é essencial ao espírito. Aconchegar-se em oração é acolher esse convite de Jesus. Crescer em atos orantes é viver esse convite em sua plenitude até o ponto de vivermos, no cotidiano, com o nosso testemunho, essa atitude de repousar-se em Jesus. Vale a pena tentar essa experiência.


Pe. Air José de Mendonça, msc

Bateu aquela tristeza?

As expressões "estou triste" ou "estou deprimido" parecem tão comuns em nossos dias, mas pouco paramos para pensar no que nos leva a esses “estados de tristeza”. Mais ainda: algumas pessoas pensam tanto nela, que alimentam, eternamente, um sentimento que, usualmente, representaria e expressaria apenas uma fase passageira de sua vida.

Situações difíceis e estressantes exigem de nós uma capacidade de adaptação que nos permite voltar a alcançar um estado emocional normal. Pensar naquilo que é positivo é uma forma de superar os momentos de tristeza sem negá-los, mas, também, sem valorizar fortemente tal situação. Buscar atividades sociais, esportivas e de lazer também são formas externas de lidar com este sentimento
.

Estar triste e sentir tristeza são condições psicológicas que fazem parte da vida humana, e não há por que temer vivenciar tal estado. Sentir dor pela perda, viver o luto, terminar um namoro, ter frustrações nas amizades  e experimentar que a vida não é feita só de alegrias é o conjunto dinâmico e equilibrado da vida. Porém, muitas vezes, desenvolvemos respostas emocionais negativas e, a partir delas,
tudo se torna uma tristeza constante; ou mesmo criamos nossos filhos deixando-os “protegidos” de qualquer ameaça.

Depressão é muito mais do que uma tristeza, mas esta, se for cultivada e excessivamente valorizada, pode se tornar uma doença. Ficar triste faz parte da vida, não precisa de tratamento e nos permite experimentar o lado bom e o ruim da vida. Muitas pessoas evitam, a todo custo, o sofrimento ou mesmo evitam que as pessoas ao seu redor sofram. Com isto, apenas alimentam uma vida de conto de fadas. O tempo da tristeza é relativo e está bastante relacionado ao tipo de situação que vivemos.

Por outro lado, pense no seguinte: nosso tempo nos coloca um ritmo para que vivamos os 
processos da vida sem dor, sem sofrimento e com muita rapidez. Não admitir a amargura é um mecanismo de defesa, algo que nos protege, que faz com que evitemos as situações.

O que a tristeza tem para nos ensinar? Nem toda melancolia é depressão, nem tudo é curado com remédios. Encarar as situações negativas com serenidade, observando os fatos e as consequências é muito importante. Quando admitimos que somos parte de um problema, podemos rever nossas atitudes e crescer. Ao fazer o papel de vítima – que pode ser mais confortável e bastante cômodo – não assumimos nossas culpas e “terceirizamos” nossos os problemas. Sempre haverá um culpado, uma situação difícil ou coisa assim. Mas vale lembrar também o quanto algumas pessoas têm uma visão extremamente negativa de si, sem perceber nada de positivo no que fazem, olhando o mundo por um olhar altamente crítico, negativo; apenas valorizando as desolações.

A satisfação é feita de frustrações
, de perdas e dores. Evitar o sofrimento é como “negar” uma parte importante da vida e experimentar apenas o imediato, a necessidade urgente de estar melhor, as alegrias de um mundo que cultiva o imediatismo e o prazer de uma vida fácil. Nesta reflexão, faço a você um novo convite: que possamos dar um significado às tristezas da vida sem fugir delas, mas saindo fortalecidos desta batalha, superando as dificuldades do momento, valorizando as experiências e retomando o ciclo normal de nossas vidas. Não há solução fácil, mágica ou imediata, mas é algo possível a partir da nossa iniciativa e nosso empenho, com uma forma diferente de encarar a vida.

Elaine Ribeiro, Psicóloga Clínica e Organizacional,
colaboradora da Comunidade Canção Nova.

A vitória vem após a luta


“É necessário passar por muitos sofrimentos para entrar no Reino de Deus” (At 14,22)

“A muitas perseguições correspondem muitas provações; onde há muitas coroas de vitória deve ter havido muitas lutas. Portanto, é bom para ti que haja muitos perseguidores, pois entre muitas perseguições mais facilmente encontrarás o modo de seres coroado” (Santo Hilário).

Sem luta não pode haver vitória. Este mundo é um campo de batalha e precisamos nos encher do Espírito Santo para enfrentá-lo.

Todos os que querem levar uma vida fervorosa em Cristo Jesus serão perseguidos. Olhemos para Jesus, que suportou os tormentos da perseguição a ponto de dar a vida por amor a nós.

“Entrega ao Senhor tua ansiedade e ele te dará apoio” (Sl 54,23).


Jesus, eu confio em vós!


Do Livro “Comece bem o seu dia”, Luzia Santiago

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Leitura bíblica: Mateus 11,25-27

“Eu te louvo, ó Pai,  Senhor do céu e a terra, 
porque escondeste estas coisas dos  sábios e entendidos
e as revelastes aos pequeninos”

Quantas vezes já ouvimos esta página do evangelho hoje proclamada! Nos momentos de verdade mais profundos fazemos a experiência de uma indigência “franciscana”: somos pobres, profundamente pobres, radicalmente pobres. E, no entanto, o presente da revelação do amor de Deus se faz aos pequenos, aos não sábios aos olhos do mundo.

O evangelho hoje proclamado é tido como o da revelação dos mistérios e segredos do Pai  aos pequenos e simples da terra. Os que se aproximam de Cristo, os que veem seu rosto,  acompanham seus passos, contemplam seus gestos,  podem ter acesso ao Pai, desde que sejam verdadeiramente pequenos. “Ninguém conhece o Filho, senão o  Pai, o Filho e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”.

Arde dentro do coração de todos os homens e mulheres de boa vontade um desejo profundo de chegar até o fundo das coisas, às profundidades da vida, ao Mistério daquele que nos chamou do nada à vida e colocou em nosso íntimo essa  “saudade” da Fonte.  Vemos vestígios do Amado nas estrelas que luzem nas águas que correm pelos vales, na cândida e límpida  inocência de uma criança que corre para nos abraçar ou nos trazer um raminho de flores que colheu no jardim.  As pessoas,  os seres criados podem ser “escada” para o Senhor. São vestígios do Senhor. Na beleza de tudo o que é criado, há como que uma assinatura do Amado que cria por amor. Pela bondade e beleza das criaturas chegamos à beleza e à bondade do  Altíssimo.

Na medida em que a pessoa se sente  pobre, sem forças para conseguir vislumbrar com clareza o sentido de seus dias e de sua vida, faz a experiência de sua indigência e de sua pobreza.  E  a ela o Senhor se revela, tira o véu.  Os que experimentam essa  radical dependência amorosa de Deus recebem as confidências de seu amor.

Quem são na verdade, esses pequeninos? São os simples, sem duplicidade, os que reconhecem suas limitações, os que precisam de um sentido para viver e de uma mão que os apoie, os que não são donos do mundo. Normalmente essas pessoas, ao longo de sua vida, vão convivendo com o mistério do Cristo ressuscitado:  ouvem sua Palavra porque morrem de solidão, se unem ao dom que ele faz ao Pai na ceia do altar, desejam refazer em suas vidas os mistérios de Cristo.  Nessa identificação que é graça e empenho Cristo se torna próximo. E esses recebem a revelação de Jesus. Vai ao Pai pela revelação feita por Jesus.

A mulher mãe de uma criança especial  não se desespera. O homem, pai de família, luta por  criar em casa um ambiente de simplicidade e de perdão, a religiosa idosa, sentindo-se meio sozinha na casa grande, ajuda as outras irmãs, sem murmurar… Essas pessoas,  esses pequeninos  são apresentados ao Pai pelo Filho.


Frei Almir Ribeiro Guimarães


Sorrir


O sorriso cria laços de fraternidade entre os homens, lança pontes, ilumina o mundo, enriquece, desabrocha e frutifica, quando se doa na felicidade.

Cada momento da minha vida é um presente que Deus me oferece. É como uma rosa que colho no meu jardim para oferecer a Deus, agradecendo o dom da minha vida.

Quando caminhava para a igreja pensava em tudo que aconteceu na minha família, na minha vida, com o casamento de Ana Lúcia, no convite que tivemos para testemunhar para o casamento de Jânio e Graça, pelos abraços que recebi pela educação que dei aos meus filhos, todos unidos e felizes...

Josefa Veneranda Dantas, 17/07/2000


 

terça-feira, 17 de julho de 2012

#FicaAdica 14

Não hesite, nem resista! Sempre que precisar, peça perdão!

Quem pede perdão, sem se importar se tem ou não razão, sempre sai ganhando! É que o perdão é, sempre, uma porta que se abre para que todas as outras virtudes entrem em nossas vidas e nas dos outros.

Lembre-se de que o pedido de perdão é também um exercício contínuo, pois nossa natureza quer resistir a pedi-lo, de modo que será preciso superar os nossos limites e avançar!

É uma experiência libertadora!!!

Ricardo Sá

           
           # Fica a Dica