quarta-feira, 2 de maio de 2012

Consagração à Nossa Senhora


Ó minha Senhora, ó minha Mãe, 
eu me ofereço toda a vós! 
E em prova de minha devoção 
para convosco, 
vos consagro neste dia 
os meus olhos, 
meus ouvidos, minha boca, 
meu coração 
e inteiramente todo o meu ser. 
Porque assim sou vossa, 
ó incomparável Mãe, 
guardai-me e defendei-me 
como coisa e propriedade vossa. 
Amém.

Quais são as palavras que saem da nossa boca?

“A boca fala daquilo de que o coração está cheio” (Lc 6,45)

Temos que encher o nosso coração com bons sentimentos, para só falarmos o que edifica. Um coração amargurado, ressentido, não é capaz de transmitir paz. Se o nosso coração desde cedo estiver negativo, devemos pedir a Jesus a graça de perdoar as pessoas que nos feriram e de nos abrir à reconciliação. Tomada esta decisão, experimentaremos uma liberdade muito grande e viveremos sempre contentes.

Quais são as palavras que têm saído da sua boca? Vamos ficar atentos ao que falamos e ao efeito que nossas palavras têm produzido em nossa  vida e na vida dos outros. Minha mãe sempre nos dizia: “Deus nos deu dois olhos para vermos bem; dois ouvidos para ouvirmos bem, e uma boca para falarmos pouco”. Ninguém está seguro quando fala, se não medita em suas palavras.

Jesus, ensina-nos como falar, o que falar e hora de falar.

Jesus, eu confio em vós!


Do livro “Comece bem o seu dia”, Luzia Santiago

terça-feira, 1 de maio de 2012

Para onde vamos??


O relógio do tempo corre desesperadamente. Teremos que correr também, pois não temos outra opção. Correr para um mundo desconhecido, cheio de mistérios, um futuro que não nos pertence, e sim ao todo poderoso Jesus, nosso Pai.

Iremos todos ao Seu encontro, é a nossa salvação.


Terezinha Paulino Dantas

Maio, mês dedicado a Nossa Senhora

O papa Bento XVI explicou, em uma de suas catequeses, porque a Igreja dedica o mês de maio a Nossa Senhora. Ele conta que:

No hemisfério norte, a primavera avança com muitos e coloridos florir; o clima favorece passeios e excursões. Para a liturgia, maio pertence sempre ao Tempo da Páscoa, o tempo da “aleluia”, do revelar-se o mistério de Cristo na luz da ressurreição e da fé pascal. Nesses dois contextos, o “natural” e o litúrgico, se insere bem a tradição da Igreja de dedicar o mês de maio à Virgem Maria. Ela, de fato, é a flor mais bela que desabrochou da criação, a “rosa” que apareceu na plenitude do tempo, quando Deus, mandando seu Filho, doou ao mundo uma nova primavera. Maria é, ao mesmo tempo, protagonista, humilde e discreta, dos primeiros passos da comunidade cristã: Ela é o seu coração espiritual, porque a sua presença em meio aos discípulos é memória viva do Senhor Jesus e penhor do dom do seu Espírito.

Portanto, se você é Católico Apostólico Romano, neste mês envolva suas orações, seu louvor, suas preces, com o perfume que exala da natureza, com a unção de Maria. Volte o seu olhar para a Mãe de Jesus, e aprenda com ela a caminhar com Deus, a fazer a vontade de Deus.

Que Maria, aquela que acreditou, mesmo sem entender, possa nos servir de exemplo, ensinando-nos a cultivar uma relação de amor e confiança em Deus.

Nossa Senhora, Rainha da Paz, rogai por nós!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Deus não resiste à oração


Não sei por que ainda tem quem resista:

- Em não perdoar o outro e ser perdoado.
- Em não acreditar no perdão de Deus por maior que seja a culpa.
- Em recomeçar depois de uma besteira cometida.
- Em abraçar depois de uma traição sofrida.
- Em dar um beijo depois de um fracasso afetivo.
- Em se reconhecer pessoa amada e com capacidade de amar.
- Em tomar iniciativa diante da queda alheia.
- Em fazer o bem sem esperar nada em troca.
- Em silenciar diante da dor e do sofrimento.
- Em saber escutar sem ter resposta a tudo.
- Em aceitar servir sem esperar nada em troca.
- Em dizer a verdade mesmo sabendo que ela pode doer.
- Em manifestar os seus sentimentos sem machucar.
- Em crer em Deus apesar de todas as provas.
- Em afirmar que outro mundo é possível, pelo qual vale a pena viver.
- Em acreditar no valor dos pequenos gestos de solidariedade.
- Em reconhecer-se limitado e imperfeito.
- Em aceitar os valores éticos e morais sem prazo de validade.
- Em ser honesto diante dos centavos que não lhe pertence.
- Em crer que o mundo será melhor quando cada ser humano for melhor.
- Em saber que a solução não está em jogar pedras ou buscar o culpado.
- Em deixar de lado a própria autossuficiência e o senhorio da verdade.

Apesar de todas essas resistências, Deus é o único que não resiste em não amar. Amou por primeiro; ama sempre e ama a todos sem distinção. Ele é fiel. Ele sempre nos olha com olhar novo. Nunca se repete. Deus não resiste diante da coragem de dobrar os joelhos e adorar, chorar, abrir o teu coração e orar. Deus não resiste diante da humilde reverência da criatura diante do Criador. Portanto, nunca resista em orar, pois a atitude orante abre as comportas do coração amoroso do Pai Criador.


Dom Anuar Battist, Arcebispo de Maringá-PR


Quem semeia entre lágrimas...


“Quem semeia entre lágrimas
colherá com alegria”

(Sl 126,5)

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Talvez suas lágrimas de hoje sejam o resultado de uma vida conduzida na direção errada. Talvez, sem saber, você tenha tomado o rumo errado e agora esteja sofrendo as consequências dessa escolha.

Fique tranquilo! Em Deus tudo tem solução.

Entregue-se a Ele e sua vida terá um novo rumo.

Com o Senhor você derrama lágrimas na certeza de que os frutos da alegria virão.



Do Livro “Deus Fala com Você”, de Marina Adamo

domingo, 29 de abril de 2012

Ensinamentos de pais


Põe tua confiança em Deus e ele te salvará; 
oriente bem o teu caminho e espera nele 
(Eclesiástico 2,6)

Quando eu era jovem ouvi mamãe falar assim: “As grandes coisas se fazem das pequenas”. Eu fiquei pensando, porque ela falou assim. Hoje eu coloquei aquela frase para reflexão. Nunca se tem logo muito, a começar da estrutura de uma família, dos ensinamentos maternos e paternos. Papai sempre falava para os seus filhos “nunca pegue uma fruta ou um objeto que não é seu se não for oferecido”. Nós obedecíamos com todo respeito, mas as vezes com um pouco de raiva quando estávamos no sítio de vovô. Hoje vejo como os nossos pais nos davam lições de honestidade que nós filhos passamos para os nossos filhos.

Josefa Veneranda Dantas, 06/01/2000